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Nova Esperança do Sudoeste

Morre menina com câncer que teve R$ 2,5 milhões destinados ao tratamento desviados por empresários

Em 2025, a menina iniciou a segunda fase, mas não conseguiu concluir o protocolo. Por isso, a doença avançou.

Equipe Rádio
Web Nova Esperança

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Imagem/Reprodução: Reprodução

A menina Yasmin Amorim, de 12 anos, morreu na sexta-feira (6) em Cascavel, no oeste do Paraná. Ela era portadora de um tipo de câncer agressivo chamado neuroblastoma e ficou conhecida depois que empresários desviaram R$ 2,5 do tratamento.

A informação foi confirmada pela família de Yasmin. Atualmente, ela estava internada no Hospital do Câncer de Cascavel.

Nas redes sociais, a mãe de Yasmim, Daniele Aparecida Campos, informou que a filha teve uma piora no estado de saúde na madrugada de sexta-feira. Por isso, uma corrente de oração estava marcada para acontecer em frente ao hospital por volta das 20h, mas a menina não resistiu.

Daniele relembra que foi iniciado um novo tratamento de quimioterapia associado ao transplante de medula óssea. Novamente curada, a menina voltou a ter uma vida normal. Mesmo após cirurgias, fisioterapia e transplante de medula, a doença retornou. Por isso, em 2024, a família buscou na Justiça o custeio de um tratamento com medicamentos importados, avaliados em cerca de R$ 2,5 milhões. Com isso, foi determinado que o governo do estado custeasse o medicamento Danyelza.

Após a apresentação de três orçamentos, a empresa foi escolhida para fornecer os remédios. No entanto, a empresa subcontratou outra importadora, que não entregou os medicamentos de forma completa. O hospital recebeu apenas uma ampola do medicamento Danyelza, quando eram necessárias seis. Outro medicamento, chamado Leukine, também foi entregue parcialmente: das 60 caixas previstas, apenas 10 chegaram, além de versões genéricas.

Na época, a Polícia Civil solicitou o bloqueio das contas das empresas envolvidas. As investigações apontaram que as contas estavam praticamente sem saldo. Segundo a polícia, os responsáveis pelas empresas já tinham antecedentes por crimes de estelionato. Enquanto a Justiça tentava recuperar os valores desviados, o governo do Paraná chegou a autorizar uma nova compra emergencial da medicação. Yasmin concluiu a primeira fase do tratamento no fim de 2024, sem resposta significativa.

Em 2025, a menina iniciou a segunda fase, mas não conseguiu concluir o protocolo. Por isso, a doença avançou.

Com informações g1PR

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