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Nova Esperança do Sudoeste

Qualidade de vida cresce no Paraná e 79% da cidades alcançam bom IPDM

São 385 cidades com indicador médio ou alto na análise educacional, com 35 sendo consideradas com índice elevado – no relatório anterior eram apenas 4.

Equipe Rádio
Web Nova Esperança

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Imagem/Reprodução: Roberto Dziura Jr/AEN

O desenvolvimento dos municípios paranaenses continua avançando em bom ritmo, segundo o Índice Ipardes de Desempenho Municipal (IPDM), divulgado nesta terça-feira (18). O levantamento mostra que 317 das 399 cidades do Estado, ou mais de 79% do total, apresentam desempenho de médio para alto nas áreas de renda, educação e saúde. O avanço representa um crescimento de 8% em relação à edição anterior, quando 293 municípios superaram a nota 0,60 que baliza o indicador. Quanto mais próximo de 1, melhor o indicador. Nenhuma cidade está no indicador mais baixo.

O IPDM é divulgado anualmente desde 2008 e funciona como um indicador semelhante ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Nesta edição, o Ipardes inicia uma nova série histórica, com ano de referência fixado em 2022. A partir dessa atualização metodológica, todos os resultados divulgados agora se referem a esse desempenho. Como o índice utiliza bases do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Educação, Ministério da Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPDM só pode ser consolidado dois anos após o período analisado.

O secretário do Planejamento do Paraná, Ulisses Maia, avalia que a atualização do IPDM, com ainda mais precisão e novos indicadores, é uma ferramenta fundamental para o planejamento estratégico dos nossos municípios. “Ao compreendermos o desempenho em detalhes nas áreas de renda, saúde e educação, capacitamos as prefeituras a tomar decisões mais assertivas, direcionando recursos para áreas de maior necessidade. O desenvolvimento local robusto e sustentável é a chave para alcançarmos um Paraná mais próspero e justo para todos”, afirma.

No desempenho geral, Curitiba lidera com nota 0,8231, seguida por Palotina (0,7935), Quatro Pontes (0,7771), Cafelândia (0,7771) e Toledo (0,7657). Os dados completos podem ser acessados em um painel interativo no site do Ipardes.

Nesta edição, o Ipardes incorporou novos indicadores nas dimensões de educação e saúde. Na área educacional, passaram a ser consideradas variáveis como matrículas em creches e pré-escolas, oferta de ensino em tempo integral, desempenho no Ideb do ensino médio e proporção de docentes com formação superior adequada. Com a soma desses novos componentes aos já existentes, os municípios mais bem avaliados em Educação foram São Manoel do Paraná (0,8563), São Jorge do Ivaí (0,8443), Boa Esperança (0,8403), Entre Rios do Oeste (0,8373) e Iguatu (0,8358).

São 385 cidades com indicador médio ou alto na análise educacional, com 35 sendo consideradas com índice elevado – no relatório anterior eram apenas 4.

Em saúde, a novidade é a inclusão da taxa de óbitos prematuros por doenças crônicas não transmissíveis entre pessoas de 30 a 69 anos, indicador que se soma às consultas pré-natal, óbitos por causas mal definidas e óbitos evitáveis em crianças menores de cinco anos. Nesse eixo, os destaques são Quatro Pontes (0,9108), Pinhal de São Bento (0,8935), Uniflor (0,8782), Diamante do Norte (0,8659) e Campo Bonito (0,8618). São 339 cidades com indicador médio ou alto.

No eixo de renda, o IPDM mostra que Curitiba lidera com o melhor desempenho do Estado (0,8745), seguida por Quatro Barras (0,7701), Carambeí (0,7462), Palotina (0,7321) e Santo Inácio (0,7292). Vale lembrar que na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE, o Paraná registrou no terceiro trimestre o maior crescimento salarial entre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, atingindo rendimento médio de R$ 3.881 e alta de 9,59% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O presidente do Ipardes, Jorge Callado, reforça que a modernização do índice amplia sua utilidade tanto para o poder público quanto para o setor produtivo. “O IPDM foi aperfeiçoado para dar uma visão mais ampla do desempenho das cidades, não só para os gestores públicos, mas também para a iniciativa privada, que passa a contar com uma ferramenta estratégica na prospecção de novos negócios e no fortalecimento dos arranjos produtivos locais. A inovação na área da saúde, por exemplo, permite identificar precocemente situações que podem ser prevenidas, garantindo qualidade de vida ao cidadão e evitando a perda da capacidade laboral, essencial para a economia regional”, afirmou.

Fonte: AEN

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